Sabedoria Ramatis
quarta-feira, 30 de março de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
AS COMUNICAÇÕES PERVERSIVAS PELA TIPTOLOGIA.
PERGUNTA:
— Qual a manifestação mais característica dos espíritos perversos, quando se
comunicam pela tiptologia?
RAMATÍS:
— Os espíritos perversos, levianos e escarnecedores enleiam os
encarnados com respostas incompletas e ditam frases tolas à conta de assuntos importantes.
Algumas vezes obrigam os componentes do trabalho tiptológico a longas esperas e
imobilizam a mesinha enquanto se riem à socapa da perplexidade e indecisão
incomodativa que causa. Eles fazem escrever as mesmas palavras inúmeras vezes;
produzem ditados paradoxais, compõem farsas históricas, revelações exóticas e
predizem acontecimentos contraditórios. Um dos seus habituais prazeres é o de
atiçarem a curiosidade dos assistentes, para depois deixá-los a meio caminho.
Os
mais pervertidos aproveitam-se da incipiência, da leviandade ou do interesse
vulgar dos presentes e, através da mesinha, compõem palavras e frases obscenas.
Os mais cruéis transmitem falsos avisos
de morte e semeiam a aflição entre os que os recepcionam, prevendo enfermidades
atrozes; para os doentes eles receitam remédios extravagantes e beberagens
nocivas, à conta de sábias prescrições médicas.
Certas
vezes induzem os seus admiradores às adorações idólatras e os incentivam na
crença de parvoíces religiosas; doutra feita, recomendam o uso de talismãs ridículos,
de insígnias tolas ou de orações misteriosas. Despreocupados de qualquer
conseqüência futura, eles fazem profecias levianas; asseguram excelentes
promoções para os militares, predizem extraordinários sucessos políticos ou
excelentes transações no comércio. Nenhum escrúpulo os detém, pois, conforme já
vos explicamos nesta obra, quando lhes aparece o ensejo oportuno, indicam
tesouros enterrados e traçam roteiros confusos para mortificarem aqueles que
tolamente se lançam à aventura infrutífera.
domingo, 27 de março de 2016
A IMPORTÂNFCIA DO TRABALHO.
Pergunta: Apesar de o homem dignificar-se com uma tarefa nobre,
ninguém deseja, em sã consciência, ser um escravo do trabalho! Que dizeis?
Ramatís: - Em verdade, o
trabalho não honra nem dignifica o homem, à guisa de uma função meritória para
graduação celestial! São as criaturas extremamente ambiciosas que trabalham
como animais desde o nascer até o pôr-do-sol, mas apenas buscando a sua segurança
e fortuna, avaros e indiferentes aos problemas dos subalternos ou companheiros.
E o pior é que tais homens, depois de ricos e injustos para os que
os ajudam a enriquecer, às vezes causam mais prejuízos ao próximo do que quando
pobres! 40
40 - Nota do Médium: Conheci em 1939 certo mendigo
lamurioso, que se queixava amargamente das injustiças sofridas no mundo,
inclusive quando prostituiram-lhe a filha mais velha, por culpa de afortunado
industrial liberado pela Justiça. Mas, por um golpe de sorte, durante a última guerra
ele conseguiu acumular regular fortuna vendendo ferro e metais velhos,
esmolados. Quando morreu, em 1965, esse "ex-mendigo" deixou o
seguinte passivo na sua vida: desonrara cinco menores; duas degradaram-se na
prostituição e uma delas suicidou-se infamada. Além disso, lançara na miséria
um sobrinho que lhe emprestara importância da venda de sua casa; ludibriara duas
firmas fornecedoras, esquivando-se de assumir o compromisso público, além de
prejuízos a diversos operários numa concordata fraudulenta. Finalmente, nos últimos
meses de vida abandonara a própria mulher e os filhos, que o haviam acompanhado
nas horas amargas, para viver nababescamente com uma vedeta de má fama!
Por isso, a Divindade ajusta os espíritos primários aos orbes
físicos, como a Terra, onde o trabalho é uma condição fundamental de
sobrevivência! Ficam presos às obrigações cotidianas, sustados na excessiva
liberdade ou no poder financeiro, que poderiam levá-los prematuramente a atos
danosos para si e para a coletividade. O conceito de que os "burros
andariam cheios de medalhas, se o trabalho fosse honra", demonstra a
ignorância do terrícola quanto à ação dinâmica e criadora do trabalho na
formação indireta da consciência espiritual do homem, que lhe ativa o processo
criador do futuro anjo.
quinta-feira, 24 de março de 2016
“O GÊNESIS”
PERGUNTA: Por que motivo diz o Gênesis que o Criador "soprou" a vida,
em lugar de dizer que os mundos se fizeram sob a orientação dos propostos siderais
de Deus?
RAMATÍS: O "Gênesis" é um livro que contém o máximo acessível ao entendimento
humano na época de Moisés; no entanto, sob as suas inúmeras descrições
simbólicas escondem-se grandes verdades. O sopro criador representa o potencial
transmitido por Deus aos seus Arcanjos, os quais revelam na matéria o Pensamento
Original Divino. Eles representam, na realidade, "sopros"' de
energias cósmicas do Espírito Onipotente; não um enfeixamento de ar, mas um enfeixamento
de luz, um fluxo de vida, um hálito criador, que plasma a Vontade Superior na
substância virgem do Cosmo. O "sopro" divino é de Deus, mas não é Deus;
quando Deus "soprou" a vida nos mundos, deu alento aos seus prepostos
siderais, como Espíritos Construtores dos Mundos e que estão mais perto do Foco
Central Gerador da Energia da Vida!
Os
Arcanjos vos unem a toda a Criação; significam elos vivos, e ligam-vos também à
Mente Divina; constituem a imensurável escadaria da ascensão eterna; são os
degraus que também tereis que galgar para vos transformardes em exuberantes
condensadores da Luz do Senhor dos Mundos.
PERGUNTA: Sob o entendimento humano, ficamos com a impressão de que o
Espírito Solar e o Planetário reencarnam-se na matéria dos seus sistemas solares
ou planetas. É isso mesmo?
RAMATÍS: Do mesmo modo que o vosso espírito comanda a indescritível rede
microcósmica de sistemas solares e galáxias, constituídos de elétrons, átomos, moléculas,
células, tecidos e órgãos do corpo físico, eles comandam os seus sistemas
solares, sem necessidade de se reencarnarem neles. Não deveis considerar "ao
pé da letra" esse comando, porquanto os Espíritos Arcangélicos atuam
noutras dimensões e não podeis concebê-los como sujeitos à dor comum, da vossa
carne.
Assim
que se findar o Grande Plano ou o "manvantara" de que participais,
desfarse- á a substância visível do vosso sistema, sem que por isso o Logos
Solar deixe de existir integralmente e, ao contrário, se sinta ainda mais
liberto em seu dinamismo sideral no Cosmo. Ele entrará no gozo pleno de sua
Consciência Constelatória, libertando-se da responsabilidade de despertar mais
um incontável número de consciências humanas, que já estarão brilhando como
centelhas festivas nos orbes que se movem na sua aura refulgente!
Assemelhar-se-á a gigantesco inseto que se desprenda de uma rede sutil, de fios
de seda!
segunda-feira, 21 de março de 2016
"CANECO VIVO".
Designo como “caneco vivo” a
criatura que se deixa dominar completamente pelo vicio do álcool, tornando-se enfraquecido
no seu senso de comando psicológico e espiritual.
Quando tal acontece, os viciados do Além, que
se afinizam à sua constituição psíquica, vigiam-na e atuam incessantemente sobre
ela a fim de conseguirem situá-la sob a freqüência vibratória com que operam em
comum, para subverterem-lhe completamente a vontade e o caráter. De acordo com
a lei de afinidade espiritual, é preciso que o candidato à função de “caneco
vivo” vibre na mesma faixa vibratória do malfeitor desencarnado, pois só deste
modo é que este consegue agir com êxito e interceptar qualquer inspiração
superior que possa ser enviada à sua vítima no sentido de se livrar do vício.
Assim que o obsessor consegue domínio completo sobre o bêbedo encarnado, trata de
cercá-lo de cuidados e protegê-lo contra outras entidades desencarnadas que
também o possam usar como “caneco vivo”.
O álcool ingerido pelo alcoólatra terreno,
depois que lhe atinge o estômago, volatiliza-se em operação progressiva, até
alcançar a sua forma etéreo-astral, momento em que os espíritos viciados podem então
sugá-lo pela aura do infeliz beberrão. Trata-se de uma espécie de repulsiva
operação de vampirismo que, para satisfazer em parte aos desencarnados, exaure
a vitalidade da vítima. Certas vezes aglomeram-se várias entidades viciadas
sobre a aura de um mesmo bêbedo, constituindo uma grotesca e degradante cena de
sucção de álcool! Elas se mostram irascíveis e irritadas quando os seus
pacientes não as atendem a contento deixando de beber a quantidade desejada para
a sua satisfação mórbida completa. Trabalham furiosamente para que o infeliz
aumente a sua dose de álcool, pois ele representa o transformador que deve
saturar-se cada vez mais a fim de cumprir a repulsiva tarefa de dar de beber
aos viciados do Além.
sexta-feira, 18 de março de 2016
RAMATÍS FALA SOBRE A UMBANDA PRATICADA NO BRASIL
“A
Umbanda atual, praticada no Brasil, pela caridade que realiza, é importante
para a Espiritualidade, sendo um dos instrumentos de união das religiões no
Terceiro Milênio, a Nova Era que se delineia, e para a religiosidade como um
todo. Não é "baixo espiritismo", e os nossos irmãos com deformações
em seus corpos astrais, "soldados do mal", escravizados pelos magos
negros, não são o que alguns, com ar de superioridade, costumeiramente
denominam de EXUS.
(4)
Vide a obra "Magia de Redenção", de Ramatís (Editora do
Conhecimento), que elucida, clara e integralmente, o mecanismo do feitiço.
Muitas
vezes, ao acordar, o médium se lembrará dos fatos; sentir-se-á cansado,
exaurido de energia, com apetite aguçado. Essa situação ocorre em grande parte
e em variada amplitude, conforme a quantidade doada e retirada de ectoplasma. É
um acontecimento natural, facilmente resolvido com a ingestão de água, sucos,
comestíveis ricos em carboidratos e glicose e, se possível, um repouso a
contento, que nem sempre é viável, pois nosso obreiro, às vezes, tem a labuta
do dia seguinte pela frente. Tentamos programar essas ações nas noites que
antecedem a folga dos medianeiros nos seus trabalhos profanos, mas nem sempre é
possível diante da urgência socorrista.
Os
lamas tibetanos curam com a concentração mental, produzindo ondas de energia, fazendo
com que os espíritos engendrem esta energia ao redor do emissor e a canalizem
àqueles que são objeto da assistência. Na cura aos encarnados, utilizamo-nos
dos recursos ectoplásmicos para a materialização e desmaterialização de tecidos
humanos. As energias fluídicas manipuladas do ectoplasma do médium e da
natureza são usadas em um processo de desintegração atômica das células doentes
e a imediata reintegração de células sadias na área afetada.
quarta-feira, 16 de março de 2016
OS VENENOS PSÍQUICOS QUE SE MATERIALIZAM NA CARNE.
PERGUNTA: Tendes afirmado que a maior ou menor
virulência das toxinas que baixam do psiquismo e depois se materializam na
carne também pode depender do estado mental positivo ou negativo da criatura.
Podeis exemplificar-nos melhor o assunto, tomando por base o caso das doenças
cardiopulmonares?
RAMATIS: Não resta dúvida de
que, se o espírito é mais credenciado no curso da vida espiritual, também
enfrenta com maior êxito a operação de “descida” das toxinas do seu
perispírito, enquanto o que é excessivamente pessimista, cuja mente se
atemoriza ao primeiro sintoma enfermiço, ainda favorece o campo mórbido para
maior receptividade de venenos psíquicos. Desde que sob a Lei Cármica “a
colheita é de acordo com a semeadura”, os espíritos que se descuidam de viver
de modo positivo e confiantes nos objetivos espirituais superiores produzem em
si mesmos estados negativos, que futuramente hão de oferecer melhor repasto
para a procriação de germes e conseqüente enfermidade. Há enfermos graves que
se curam com facilidade sob o mesmo tratamento com que outros de menor
gravidade se aniquilam completamente, porque ainda fortalecem o miasma doentio
em sua organização psicofísica.
segunda-feira, 14 de março de 2016
JESUS, SEUS MILAGRES E SEUS FEITOS
PERGUNTA: Podeis dizer-nos se Jesus realizou realmente todos
os milagres relatados nos Evangelhos?
RAMATÍS: O Mestre realizou inúmeras curas e renovações
espirituais, que não devem ser consideradas milagres, mas resultantes de suas
faculdades mediúnicas. Em virtude de sua elevada hierarquia espiritual, e da incessante cooperação das entidades
angélicas que o assistiam, tudo o que ele realizava nesse sentido, embora tido
por miraculoso, era apenas conseqüência da aplicação inteligente das leis
transcendentais. Afora os Essênios terapeutas, que sabiam manejar com êxito as
forças ocultas e curavam pela imposição das mãos, só alguns outros iniciados ou
magistas, como Simão, o Mago, os discípulos de Apolônio de Tyana, sacerdotes, budistas
iogas ou adeptos emigrados do Egito, é que sabiam provocar tais fenômenos. Os demais,
mesmo cientistas altamente intelectualizados da Judéia e de Roma, ignoravam as
leis do mundo invisível; o conhecimento atual da fenomenologia mediúnica e a
existência de médiuns de alta capacidade ectoplásmica comprovam os mesmos
feitos do Sublime Galileu.
quarta-feira, 9 de março de 2016
CORPOS ETÉRICOS EM PROCESSO DE MANIPULAÇÃO MAGÍSTICA.
PERGUNTA
- Concluímos que os magos negros dão mais valia aos corpos etéricos capturados
para a formação de Artificiais do que as “meras” formas-pensamento. Solicitamos
maiores comentários sobre a criação magística dos Artificiais e o porque dessa
"preferência" pelos duplos etéricos.
RAMATÍS: Já nos Vedas (Livros ancestrais sagrados da Índia, em que se
baseia o Hinduismo) está escrito que a organização espiritual precede a física.
A energia que estrutura a organização física e indispensável e manipulada de
forma inteligente, senão haveria o caos. Concluindo
que a função faz o órgão, o corpo etérico, como mediador do corpo astral com o
corpo físico, serve como centro de produção fluídica,
e é uma cópia fiel do corpo físico. É o mediador entre o plano astral e o
físico, e quando "solto" do vaso carnal após o desencarne, tanto
maior será o tempo requerido para sua desintegração pelo magnetismo planetário
quanto maior tenha sido o apego material do espírito que o animou. Quanto
maiores os desregramentos, os vícios e a imoralidade, tanto mais valioso se
torna para as organizações trevosas.
Esses
duplos etéricos densificados, abundantes em fluidos pegajosos oriundos das sensações
mais grosseiras propiciadas pelos desmandos dos homens, servem de potentes condensadores
energéticos para os magos negros. Em processos próprios de manipulação magística,
em que os Espíritos da Natureza obedecem-lhes ao comando mental, potencializam
as energias desses corpos, distorcendo o processo natural de desintegração
através de intenso magnetismo utilizando indevidamente, contrariando a natureza
e as energias elementais dos quatro elementos planetários, ar, terra, água e
fogo. Com rituais próprios que lhes servem para a concentração mental, fixam os
Espíritos da Natureza no duplo como se fossem os sítios vibratórios de que são
originários. E algo que faz muito mal a esses irmãos da Natureza, pois as
vibrações contidas no Artificial que esta se formando, "humanizadas",
se mostram extremamente deletérias para eles, por sua pureza vibratória.
segunda-feira, 7 de março de 2016
QUAL É A DIFERENÇA EXISTENTE ENTRE UM "ANJO" E UM "ARCANJO"?
PERGUNTA:
- Qual é a diferença existente entre um "anjo" e um "arcanjo"?
RAMATÍS:
- Na realidade, essa preocupação de se definir o "anjo" e
o "arcanjo" é mais propriamente humana, através de um tradicionalismo
religioso, em que os sacerdotes procuraram fixar algo da presumível hierarquia
sideral dos prepostos e componentes da corte Divina. Assim, os termos Avatares,
Devas, Logos e outros títulos, mais ao gosto da filosofia espiritualista do
Oriente, também referem-se à idêntica terminologia mais usada no Ocidente. Em
conseqüência, e mais atendendo aos limites da mente humana, buscaremos
explicar-vos o tema de vossa pergunta de modo mais objetivo possível, embora
nem sempre a realidade espiritual deva ajustar-se aos nossos termos tradicionais.
Um anjo, como é a graduação de Jesus, é uma entidade espiritual que ainda pode
recompor a sua "matriz perispiritual", de modo a vincular-se a um
organismo carnal, através da gestação no ventre materno. Aliás, a própria
Bíblia retrata essa possibilidade de os anjos ainda renascerem na matéria,
quando há necessidade evolutiva dele ou de uma humanidade, conforme simboliza a
parábola dos sete degraus da escada de Jacó, onde os anjos sobem e descem no
simbolismo das reencarnações.
Mas
um arcanjo não pode mais vestir a roupagem carnal, porque a sua frequência espiritual
ultrapassa o campo de qualquer atividade num corpo físico. O Logos ou Cristo é o
Arcanjo que já abandonou, em definitivo, todos os veículos intermediários dos
campos vibratórios de menor freqüência que lhe facultariam a ação no mundo
material. Seriam precisos alguns milênios do calendário terreno, a fim de um
arcanjo conseguir modelar novamente o conjunto perispiritual suficiente para o
vincular à vida física. Sem dúvida, o imenso desgaste que seria despendido para
o êxito de tal realização não compensaria a eleição de um arcanjo para cumprir
uma tarefa incomum e libertadora dos humanos. Isso representa o próprio
princípio de economia cósmica, pois a Técnica Sideral jamais cria dispêndios e
onera o campo energético de modo insensato ou improdutivo. O arcanjo não mobiliza
forças cósmicas para realizar um trabalho que outras entidades podem fazer com
o mesmo sucesso e menor desgaste, uma vez que se trata de. um campo de
atividade menos importante.
sexta-feira, 4 de março de 2016
VICIAÇÕES MENTAIS-EMOCIONAIS, COMO OCORREM?
PERGUNTA: Como a mente concreta (corpo mental
inferior) se “vicia” nos estímulos do corpo imediatamente mais denso (corpo
astral), caracterizando as viciações mentais-emocionais?
RAMATÍS: Os atributos principais que caracterizam o corpo astral são os sentimentos.
Como a maioria dos cidadãos não os educam nos preceitos elevados de moral e amor
ao próximo, esse corpo sutil acaba sendo veículo para a consciência satisfazer
os seus instintos animalescos, retendo as criaturas no ciclo
carnal. Em vez do desejo, que impulsiona o ato volitivo do corpo mental
inferior, ser estimulado pelos sentimentos amorosos, o é pelos atavismos e
apegos sensórios de vidas passadas, que, por sua vez, se registram no conjunto neuronal
como ressonâncias traumáticas de existências pretéritas. Assim, os impulsos projetados do corpo mental inferior,
que são atemporais, criam intensa viciação mental-emocional que repercute
grosseiramente no corpo astral, que se escravizará às sensações e sentimentos
de prazer e satisfação animalesca, desencadeando as obsessões e os variados
desequilíbrios psíquicos registrados nos atendimentos apométricos.
É fundamental ficar claro que os corpos da tríade
divina são a chispa crística em todos vós. É impossível causarem transtornos de
qualquer natureza ao espírito retido nas formas densas, através dos corpos do
quaternário inferior.
O corpo mental inferior, quando burilado pela reforma
íntima e o evangelho interiorizado ao longo das encarnações, resultando em ações
práticas redentoras da alma, torna-se o somatório da cultura estritamente
intelectual, da percepção mental concreta, comparando as formas, estabelecendo
razão e julgamento dos atos praticados.
Os valores morais acabam sendo uma fortaleza inexpugnável
ante os desejos e atos volitivos de paixão, vaidade, inveja, egoísmo e arrogância,
entre vários, que chumbam o espírito à crosta na teia das encarnações
sucessivas, e escravizam os corpos astral, etérico e físico.
quarta-feira, 2 de março de 2016
ESTADOS “ONÍRICOS” DECORRENTES DA VICIAÇÃO MENTAL-EMOCIONAL ENTRE OS CORPOS MENTAL INFERIOR E ASTRAL.
PERGUNTA: A antecipação das sensações, prazeres e
gozos de vidas passadas, projetados no sujeito por intermédio da imaginação, em
fantasias e nos estados "oníricos", provoca desdobramentos noturnos
do corpo astral, que se desloca para servir de instrumento de satisfação
sensória. É isso?
RAMATÍS: -
Tão ligados vibratoriamente são os corpos mental inferior e astral, nos espíritos
encarnados e numa enorme massa de desencarnados, que acabam iguais à lâmina que
não fica fora do seu estojo. O desejo e a mente (o conjunto kama-manas dos
orientais) são companheiros inseparáveis até a libertação total do ciclo carnal.
Obviamente, o corpo mental inferior não conseguirá se satisfazer sem os demais
corpos densos. Como o corpo astral é mais facilmente manipulado, acaba por
sofrer os descaminhos mentais rapidamente, projetando-se facilmente para os
antros de sexo, bebida e glutonaria do Umbral inferior.
O desejo animalesco, como um tornado que a tudo destrói,
impõe a busca desenfreada do prazer.
O corpo mental inferior está constantemente estimulando
o corpo astral para que sirva aos vícios que automatizou pela memória.
Nos homens que ainda estão lutando para interiorizar a
reforma moral, quando o corpo físico não cede aos desejos sensórios, acaba
levando o corpo astral a rebelar-se a sair, no plano vibratório correspondente
(no caso, os subplanos mais baixos do mundo astral), numa busca cega de satisfação das exigências prazerosas
antecipadas pelo corpo mental inferior, o que causa grande ansiedade, pois o
ente antevê os gozos que o esperam. No cidadão pouco desenvolvido moralmente,
se rotiniza a corrida desenfreada atrás da realização dos sentidos, tornando-o
um ser que pensa e fala, mas não difere dos animais.
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