PERGUNTA: Tendes afirmado que a maior ou menor
virulência das toxinas que baixam do psiquismo e depois se materializam na
carne também pode depender do estado mental positivo ou negativo da criatura.
Podeis exemplificar-nos melhor o assunto, tomando por base o caso das doenças
cardiopulmonares?
RAMATIS: Não resta dúvida de
que, se o espírito é mais credenciado no curso da vida espiritual, também
enfrenta com maior êxito a operação de “descida” das toxinas do seu
perispírito, enquanto o que é excessivamente pessimista, cuja mente se
atemoriza ao primeiro sintoma enfermiço, ainda favorece o campo mórbido para
maior receptividade de venenos psíquicos. Desde que sob a Lei Cármica “a
colheita é de acordo com a semeadura”, os espíritos que se descuidam de viver
de modo positivo e confiantes nos objetivos espirituais superiores produzem em
si mesmos estados negativos, que futuramente hão de oferecer melhor repasto
para a procriação de germes e conseqüente enfermidade. Há enfermos graves que
se curam com facilidade sob o mesmo tratamento com que outros de menor
gravidade se aniquilam completamente, porque ainda fortalecem o miasma doentio
em sua organização psicofísica.
