PERGUNTA: Mas não existem crianças médiuns, cuja
mediunidade avançada lhes permite superarem as atividades mediúnicas dos
próprios adultos?
RAMATÍS: Dissemos,
há pouco, que a mediunidade é como a flor, exigindo o cultivo só no momento
propício do seu desabrochar. É óbvio que a criança, quando portadora de fenômenos incomuns, por faculdade mediúnica
espontânea, ela os exerce como um fato inerente à sua própria pessoa, mas sem
sofrer angústias ou aflições. Tal como ela ri, canta e salta, também os produz
sem esforço e espanto; para si é manifestação natural de sua própria
constituição ancestral.
