Sabedoria Ramatis

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quarta-feira, 2 de março de 2022

REFLEXÃO: PÁGINA RAMATÍS - MISSÃO DE LUZ

 


Estamos sensíveis a este momento tenso e decisivo da transição planetária onde cremos ser o mais grave depois da pandemia, esta que infelizmente não conseguiu arrefecer os corações mais orgulhosos.
O mundo mais uma vez parou para assistir estarrecido ao que só uma guerra pode proporcionar em termos de sofrimentos inenarráveis, atraso de vida e destruição. A ambição desmedida, o desejo pelo poder e os interesses escusos e ocultos de pilhagem e domínio forte sobre os mais fracos, fazem deste planeta escola, ainda um ambiente de provas e expiações.
Acompanhamos com serenidade e confiança em Jesus, o Governador desse Planeta e em Deus, Nosso Criador, o desfecho dessa insanidade de guerra que atinge nossos irmãos ucranianos e as ameaças de ataques com armas nucleares. Nada é por acaso e para tudo há um porquê. A maioria de nós desconhece os RECURSOS INESGOTÁVEIS de que Deus se utiliza para nos direcionar ao caminho da luz e do amor crístico.
Vamos orar e clamar ao Alto com ardor, compaixão e amor por nossos irmãos ucranianos e por todos os que resgatam doloroso carma neste momento em todo o mundo, caminhemos com pensamentos elevados e esperanças renovadas porque Deus é Amor e Perfeição, por isso nos criou espíritos indestrutíveis.

Namastê.
Letícia Gonçalves
Página: Ramatís – Missão de Luz

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Oração de São Francisco de Assis




Senhor, fazei-me instrumento da vossa paz
Onde houver ódio, que eu leve o amor
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Onde houver discórdia, que eu leve a união
Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Onde houver erro, que eu leve a verdade
Onde houver desespero, que eu leve a esperança
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar do que ser consolado
Compreender do que ser compreendido
Amar que ser amado
Pois, é dando que se recebe
É perdoando que se é perdoado;
E morrendo que se vive
Para a vida eterna.

domingo, 6 de abril de 2014

Umbanda à luz do Cosmo - IX



PERGUNTA: - Podeis descrever-nos, sob o ponto de vista do Plano Astral, a movimentação invisível aos nossos olhos carnais que ocorre nessas giras de caridade, praticadas nas casas de Umbanda?
VOVÓ MARIA CONGA: - Toda casa de Umbanda que é séria e faz a caridade gratuita e desinteressada é um grande hospital das almas, tendo o apoio de falanges espirituais do Astral Superior. Essas giras de caridade são grandes pronto-socorros espirituais, onde não se escolhe o tipo de atendimento, estabelecendo enormes demandas no Além. Os consulentes que procuram os pretos velhos e caboclos para a palavra amiga e o passe, avançam trazendo os mais diversos tipos de problemas: doenças, dores, sofrimentos, obsessões, desesperos etc. Processa-se a caridade sem alarde, pura, assim como o Cristo-Jesus procedia, atendendo a todos que o procuravam. É indispensável um ambiente harmonioso e de energias positivas no grupo de médiuns que formarão a corrente vibratória. Para se conseguir as vibrações elevadas, se cantam pontos, que são verdadeiros mantras, faz-se a defumação com ervas de limpeza físico-etérea e espargem-se essências aromáticas que auxiliam a elevar as vibrações.

No Plano Astral, estabelece-se um campo vibratório de proteção espiritual. Vários quarteirões em volta do local da gira ou templo, os caboclos e guardiões já se colocam com seus arcos e flechas com dardos paralisantes e soníferos. Bandos de desocupados e malfeitores tentam passar por esse cordão de isolamento, mas são repelidos por uma espécie de choque, através de uma imperceptível malha magnética. Outras entidades que acompanham os consulentes não são barradas e, ao adentrar a casa, são colocados em local apropriado de espera. Várias entidades auxiliares lhes prestam socorro e preparação inicial. Por isso, os consulentes sentem muita paz quando entram numa casa e aguardam o momento da consulta.
No ato da consulta, o guia ou protetor está trabalhando junto ao médium e dirige os trabalhos, tendo vários auxiliares invisíveis que ainda não "incorporam". Havendo necessidade, é dada passagem para as entidades obsessoras ou sofredoras que estão acompanhando os consulentes, como descrito em resposta anterior. Manipulam com grande destreza o ectoplasma do médium, que é "macerado" com princípios ativos eterizados de ervas e plantas, fitoterápicos astralizados usados para a cura. Os espíritos da natureza trabalham ativamente buscando esses medicamentos naturais nos sítios vibratórios que lhes são afins, bem como recolhem, para a manipulação perfeita do caboclo ou preto velho, as energias ou elementais do fogo, ar, terra e água, que sempre estão em semelhança vibratória com os consulentes, refazendo as carências energéticas localizadas. É a magia dos quatro elementos utilizada para amenizar os sofrimentos dos homens.

Nos casos em que se requer atendimento à distância, nas casas dos consulentes, ficam programados trabalhos para a mesma noite ou posteriores, dependendo da urgência. Há intensa movimentação e praticamente nunca descansamos. Numa casa grande, bem estruturada, chegamos a atender 500 a 600 consulentes, sendo que a população de espíritos desencarnados socorridos numa gira com essa demanda pode chegar a 4 mil. Os chefes de falanges "anotam" todos os serviços que serão realizados durante e após a gira, pois as remoções e socorros continuam ininterruptamente, sendo o dia de caridade pública aos encarnados o cume da grande montanha que se chama caridade

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A influência anímica na abertura dos trabalhos mediúnicos – IX





PERGUNTA:  Em alguns trabalhos espíritas ouvimos comunicações de boa índole e de algum sentido construtivo. Porém, estranhamos certos "chavões" muito repetidos pelos comunicantes, em linguagem exótica e típica de outras raças. Aliás, alguns confrades explicaram-nos que certos espíritos usam siglas ou saudações particulares, que assim os identificam mais facilmente no início de sua manifestação. Que dizeis?

RAMATÍS:  A saudação tradicional, com que alguns desencarnados iniciam suas preleções, é mais própria de sua índole peculiar, e não representa qualquer senha ou código, que seria rematada tolice aceitar como prova de identificação espiritual. Nós também vos saudamos, às vezes, com as palavras "Paz e Amor", no limiar de nossas mensagens espirituais, sem que por isso estejamos presos a qualquer código de identificação ou signo esotérico. Embora não se trate de quaisquer palavras sagradas ou mantrânicas, certas frases peculiares aos desencarnados, ao se manifestarem nas sessões espíritas, já predispõem o público para vibrar-lhes em simpatia no reconhecimento de sua presença.

DO LIVRO: “MEDIUNISMO” RAMATÍS/HERCÍLIO MAES – EDITORA DO CONHECIMENTO.
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