Sabedoria Ramatis

Sabedoria Ramatis

sexta-feira, 27 de maio de 2016

TRANSTORNO ANÍMICO OU “CORRENTES MENTAIS PARASITAS AUTO-IDUZIDAS”...





PERGUNTA: - Solicitamo-vos a demonstração de um caso do transtorno anímico, denominado de "correntes mentais parasitas auto-induzidas".

RAMATÍS: - Um encarnado vivencia uma morte abrupta em existência pregressa, em que se viu, após um ato traiçoeiro de envenenamento, retido no corpo físico enrijecido sem poder se movimentar. Escuta, como se não tivesse morri do, o relato sarcástico dos autores do crime hediondo lançado contra ele. Essa situação de aflição e de desespero que o leva a um estado de loucura, marca-lhe no psiquismo um pavor terrificante das diversas situações de desencarne do mundo físico. Por um mecanismo de ressonância vibratória com essa vida passada traumatizante, em encarnação futura se vê diante do pânico da morte sem causa aparente e evita se alimentar, por causa do transtorno acarretado pelas correntes mentais parasitas que o seu próprio inconsciente dispara, agravando-se a depressão, a ansiedade, a insônia, e se instalando o desarranjo do sistema nervoso. Ininterruptamente, sente nas entranhas as sensações passadas, "vendo-se" morto, imobilizado, escutando a conversa tenebrosa dos assassinos que o mataram com eficaz veneno, com minúcias de sadismo e ironia.

LIBERTAÇÃO DO “MAYA”




PERGUNTA - Que significa Libertação do "Maya ", da tradição oriental?



RAMATÍS - o espírito do homem só conseguirá libertar-se do "Maya" 5 que o prende à roda das encarnações humanas, quando ele espontânea e corajosamente extinguir todos os desejos e atividades do mundo físico, para aspirar exclusivamente à vivência no mundo angélico. Já dizia Paulo de Tarso que somente depois de" morrer" o homem velho e renascer o "homem novo", o espírito consegue alçar o seu vôo para os planos de ventura sideral eterna.

5 - "Maya", vocábulo tradicional do sânscrito, que significa a "ilusão" da vida física, o que se transforma, envelhece e desaparece; o que não persiste e o homem se enleia como na teia de aranha, imantado pela força atraente das formas físicas e por elas aniquilado.

Jesus frisou, categoricamente, quanto à imensa diferença que existe entre o plano espiritual do "reino de Deus" e o "mundo de César" da existência humana, com todas as suas fascinações, ciladas e desejos, que aprisionam o espírito nas teias sedutoras das vidas transitórias e fundamentalmente inglórias.

O reino de Deus significa a vivência liberta do espírito imortal, em que tudo é definitivo, certo e venturoso, cujos seres felizes jamais se turbam pelo medo, angústia e aflições próprias dos mundos transitórios, onde o homem se desgasta no uso indiscriminado dos cinco sentidos físicos e, ainda, sofre a influência extra-sensória do mundo oculto, que é condizente com o mundo físico criado pelo próprio homem.

O homem que busca o "reino de Deus" e enseja a sua libertação dos ciclos encarnatórios só consegue livrar-se do jugo carnal, após exterminar qualquer interesse ou paixão pela matéria. Enquanto existir o mínimo desejo sobre os valores e prazeres físicos, malgrado os esforços de ascese sideral, o espírito lembra a águia que, ao sulcar a amplidão dos céus, ainda se aflige pela necessidade de mitigar a sede e matar a fome no solo físico.

domingo, 22 de maio de 2016

"E NENHUMA DE MINHAS OVELHAS SE PERDERÁ"



“Embora a semeadura seja livre e a colheita obrigatória, é ainda Jesus quem nos adverte: "E nenhuma das minhas ovelhas se perderá". Os espíritos rebeldes, vingativos e obstinadamente adversos ao Cristo (que simbolizam o Satanás bíblico) são também vossos irmãos, porque filhos do mesmo Deus! Os mesmos carinhos e oportunidades de que já gozastes nos evos findos, eles também os merecem, ante a lei de igualdade e de justiça do Criador! Quando renascem no mundo material, o seu psiquismo é subjugado pela carne, e daí viverem para a satisfação exclusiva de seus próprios interesses, não cedendo um só milímetro a favor do próximo. O absurdo, para eles, é conceito de genialidade e a estultícia, em seus agrupamentos, é levada à conta de excentricidade. Mas o Senhor da Vida não os abandona à sua incúria e insensatez, assim como não vos abandonou, também, no passado, quando éreis semelhantes a eles. Após um longo hiato contemporizador, que é uma espera da eclosão natural dos estigmas psíquicos, esses seres diabólicos são conduzidos à compreensão moral superior que lhes inspiram os servidores do Cristo. As almas angelicais são produtos do serviço sacrificial prestado às almas satanizadas; a glória de Francisco de Assis, a tenacidade de Paulo de Tarso e a santidade dos apóstolos são resultantes dos ensejes que para isso os seus próprios verdugos lhes proporcionaram nas vidas imoladas a Jesus! O adversário mais feroz pode ser a moldura viva da alma santificada!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

COMO EXPLICAR AS DEFUMAÇÕES NA UMBANDA?




PERGUNTA: - Como explicar as defumações, o fumo usado em baforadas pelas entidades, a queima de pólvora e as ponteiras de aço cravadas no solo, sob a ótica "cientificista" dos atos mágicos da umbanda?



RAMATÍS: - Observai que nas sessões de caridade a assistência os consulentes apresentam pesada atmosfera psicoastral, carregada de fluidos deletérios. O prana vital mantém sua vitalidade astromagnética comprimida nas ervas e folhas do fumo. Quando espargido nas golfadas esfumaçadas dos caboclos e cachimbadas dos pais velhos, o fumo se desacondiciona, liberando princípios ativos fármaco-cinéticos altamente benfeitores ao ambiente, desagregando as partículas densas em suspensão no éter. Essa teorização é amplamente comprovada em vossos laboratórios: a utilização da queima de ervas específicas mantém um sistema constituído por um meio gasoso, em que estão dispersos elementos contidos no sólido que o originou, caracterizando um método físico-químico com duas fases: a dispersa (fumaça), que está extremamente subdividida e é antecedida pela outra, a fase dispersora (queima). Popularmente, as entidades da umbanda referem-se a isso como "destruir os fluidos ruins com um bom e favorável".

Apesar dos seguidos ataques com a conotação de "atraso espiritual", os rituais mágicos e milenares praticados na umbanda são cada vez mais comprovados pelos doutores da ciência.

Insere-se nesse contexto o uso da pólvora (fundanga). Quando são queimados seus "grânulos", eles explodem causando intenso deslocamento molecular do ar e do éter, desintegrando miasmas, placas, morbos psíquicos, ovóides astrais, aparelhos parasitas e outros recursos maléficos, instrumentos da magia negativa, e que os guias do Espaço não conseguiriam desfazer somente com a força mental e o fluido ectoplásmico dos aparelhos mediunizados. Além disso, os tratados de magia elucidam sobre as pontas de aço, caracterizando-as como meio eficaz de dissolver cargas ou aglomerações de larvas e miasmas astrais.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...