Sabedoria Ramatis

Sabedoria Ramatis

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

OS ESPÍRITOS MANTÉM RELAÇÃO SEXUAL COMO ENTENDEMOS?


PERGUNTA - Podeis falar-nos algo sobre o sexo no plano astral? Os espíritos mantêm relação sexual como entendemos?

RAMATÍS: Sexo é fundamentalmente troca de energia. Na caminhada evolutiva do espírito imortal, ocupais transitoriamente um corpo masculino ou feminino, que durante o conluio amoroso se completam energeticamente, momentaneamente em uníssono como se fôsseis um só espírito, assexuado. Ocorre que o sexo para vós está associado meramente ao prazer sensório fato que associado ao caráter pecaminoso das religiões punitivas, que ressoa em vosso inconsciente milenar, faz com que o ato sexual seja visto como algo impuro.

O amor é a mola que mantém as energias sexuais revitalizantes. Segundo vossos psicanalistas a sexualidade tem fases evolutivas, sendo que infelizmente classificam a fase adulta como fática, como se o órgão físico fosse o centro de tudo, cegos que estão ao enorme manancial de energia suprafísica envolvido na troca saudável e embasada no amor. Com certeza há sexo entre os espíritos, inclusive pode ocorrer relação sexual anômala, entre um encarnado desdobrado e uma entidade desencarnada.
Como tendes uma visão estandardizada do sexo, ficais impedidos de perceber todas as sutilezas que o envolvem. Nesse sentido, o que mais se aproxima de vossa compreensão, já que não conseguiremos definir em vosso vocabulário a troca de energias entre espíritos nos planos livres da forma, é a visão dos hindus da Kundalini e dos sistemas de chacras.
Os chacras sendo núcleos energéticos, espécie de mediadores vibratórios relacionados com o psiquismo da consciência que os abriga, constituem degraus de uma escala evolutiva que vai do mais instintivo ao mais espiritual. Podeis concluir que eles manifestam todo o espectro da evolução da consciência e da mônada espiritual, do mais primitivo, selvagem e instintivo, ao mais sublime e harmônico do espírito.

O SEXO SEM AMOR E SUAS CONSEQUÊNCIAS



"Os principais "adubos" para a magia negra e as obsessões estão no sexo, nos vícios e na vaidade.
As perversões de um modo geral estão relacionadas com ressonâncias de vidas passadas, em que os atos selvagens, obscenos e violentos criaram vínculos entre as criaturas envolvidas, que vão requerer várias encarnações para se desfazer.
A troca sexual sem amor inflige ao sistema nervoso um desperdício de energia que não é compensado pelo retorno, do parceiro, de uma "porção" proporcional à doada. Ocorrendo um bloqueio à união das auras, e não havendo a integração entre os chacras e os corpos superiores, inexiste o fluxo energético positivo, gerado pelo sentimento amoroso, a esses veículos sutis. Fluem pelos corpos etéricos fluidos animados pelas sensações inferiores, animalizadas, estéreis, causando um êxtase anestésico sensório, mas rapidamente se instalará a vontade de novo conluio entre homem e mulher, sempre fugaz, diante do carrasco do apelo carnal nunca realizado. Ademais, as energias concentradas no duplo etérico, decorrentes do ato mecânico, do gozo animalesco desprovido de sentimentos elevados, não se dissolvem facilmente, obliterando esse mediador vibratório, que liga os corpos físico e astral, para o envio de expressões mais sensíveis do psiquismo à consciência em vigília, como a intuição e a lembrança das saídas do corpo físico.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

O EFEITO DA DEFUMAÇÃO NO PLANO ASTRAL E ETÉRICO.



PERGUNTA: - Como poderíamos ter uma ideia melhor do efeito energético da defumação atuando simultaneamente no plano astral e etérico?
RAMATÍS: - Desde o instante em que as ervas principiam a germinar no seio da terra até o momento em que são colhidas, elas extraem do solo toda a sorte de minerais, vitaminas, proteínas, sais químicos e umidade, além de imantadas pelos raios solares, eflúvios elétricos e magnéticos provindos da própria Lua, além de impregnados do ectoplasma terráqueo, super carregadas de éter-físico, prana e da energia vigorosa que é o fogo "kundalíneo". Algumas plantas são fontes prodigiosas de utilidades benfeitoras à humanidade, já na sua contextura física, como é a carnaubeira, vegetal da família das palmáceas.
O homem pode extrair dela: açúcar, sal, álcool, ração para o gado, madeira para habitação, combustível para iluminar, resina para cola, medicamento para sífilis, úlceras, erupções e reumatismo. São mais de 40 utilidades já catalogadas nessa planta maravilhosa, cujo poder e serventia, considerados apenas no campo físico, ainda prolongam-se pelo mundo etéreo-astralino, num campo de forças incomuns! Enfim, todo o potencial que se elabora no seio da planta, durante os meses de sua vivência no solo seivoso da terra, depois é liberto em alguns minutos da defumação, projetando em torno um potencial de forças, que, além de sua manifestação propriamente física, ainda desagregam miasmas e bacilos astralinos disseminados no ambiente humano.
A queima de ervas defumadoras também obedece a uma determinada disciplina mental ou concentração, atraindo a cooperação de espíritos de pretos-velhos, caboclos e bugres, simpáticos a tal processo tradicional de defesa psíquica, os quais ajudam a amenizar na limpeza das pessoas enfeitiçadas.
Considerando que a matéria é energia condensada em "descida" vibratória do mundo oculto, a defumação representa uma operação inversa ou liberação de energias, as quais passam a repercutir novamente nos planos etéricos e astralinos de onde se originaram.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

OGUM



É o Orixá que vence as demandas, que abre os caminhos e vem na frente para nos defender de todo mal. Orixá ligado à vontade, à atitude, perseverança, persistência, tenacidade. É a vibração que nos impulsiona a sobrevivência e não atua apenas nas situações de conquista e vitória em nossas lutas diárias. Sem reino vibratório específico, mas que atua na defesa de toda a natureza. Assim como veio na frente de Oxalá para completar a criação, assim o poder de realização de Ogum está em todos os lugares.

Na Umbanda não usamos regularmente o termo qualidade de Orixá, mas comumente conceituamos como desdobramento para caracterizar a fusão de dois ou mais Orixás num determinado momento de manifestação das forças da natureza, sem que se perca o vínculo com o Orixá que primeiro originou esse desdobramento ou cruzamento vibratório. São reinterpretações comuns no meio umbandista que não nos faz perder o empoderamento com os atributos originais dos Orixás – muito pelo contrário, os fortalecem. Então, temos os principais desdobramentos de Ogum, ou seja, o poder de realização pela vontade, que impulsiona à luta, à conquista e vitória, vibrando ou cruzando em harmonia com os demais Orixás:
- Ogum Megê: trabalha em harmonia com Omulu, em todo trabalho que envolva a energia da terra e combate à baixa magia. Está presente nos assuntos atinentes a desmanche de magia;
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