Sabedoria Ramatís

Sabedoria Ramatís

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Amuletos, talismãs e feiticeiros.


Os amuletos e talismãs, quando realmente dinamizados por magos experientes, obedecem aos mesmos princípios dos minerais radioativos, mas a sua ação é mais vigorosa e específica no campo etéreo-astral invisível aos sentidos humanos. Ambos são objetos de formas extremamente variáveis e feitos com substâncias diversas, espécie de acumuladores de energias magnéticas dinamizadas por entendidos. Eles catalisam ou dinamizam pela sua composição etérica o campo benéfico de defesa fluídica dos seus portadores. Há pequena diferença de interpretação entre ambos, pois os talismãs eram confeccionados com o fito exclusivo de criar uma aura protetora em torno do seu possuidor, para então ressarcir os impactos de fluidos perniciosos. Aos amuletos cabia a função de absorver as emanações maléficas e evitar a sua disseminação etérica na aura do seu portador. O talismã era exclusivamente "defensivo" e próprio para desviar as cargas fluídicas negativas contra o seu dono; o amuleto exercia a mesma atividade, mas podia catalisar os fluidos bons ou maus do próprio dono. Em conseqüência, quando os talismãs eram usados por outras pessoas, eles se tornavam inofensivos, porque a sua freqüência vibratória estava intimamente vinculada ao seu primeiro dono, enquanto os amuletos podiam transmitir a outrem as influências boas ou más do seu antigo possuidor.
 
RAMATÍS – MAGIA DE REDENÇÃO.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Ramatís - O Sublime Peregrino


Sinopse: Esta obra resulta da experiência direta de Ramatís — conhecido filósofo de Alexandria ao tempo de Jesus — que foi à Palestina encontrar pessoalmente o Mestre Nazareno, e posteriormente colheu, nos registros akhásicos, os verdadeiros registros vivos de sua existência no planeta.
Por isso, “O Sublime Peregrino” traz com realismo cinematográfico temas nunca dantes abordados: o nascimento, a infância e o lar do menino Jesus, suas brincadeiras e preferências, sua família e gestação, sua vida quotidiana entre o povo hebreu, o cenário da Galiléia e a influência de seu povo na missão de Jesus. Mas também focaliza como nenhuma outra obra a identidade sideral de Jesus, sua relação com o Cristo Planetário, os aspectos iniciáticos de sua missão, suas relações com os essênios. Revela detalhes inéditos sobre a figura de Maria de Nazaré e sua missão, sua gestação protegida pelas hostes angélicas, e o verdadeiro cenário do nascimento do menino-luz. E traça com riqueza psicológica o verdadeiro e insuspeitado perfil de Maria de Magdala e seu encontro com o Mestre.
Além da abordagem de temas iniciáticos como a descida angélica e a queda angélica, o Grande Plano e o Calendário Sideral, recolhe-se nesta obra a mais autêntica descrição do drama do calvário e dos últimos dias de Jesus.

sábado, 15 de novembro de 2014

CARNIVORISMO, CULPA E CONSCIÊNCIA.




PERGUNTA:  Uma vez que os animais e as aves são inconscientes e de fácil proliferação, a sua morte para nossa alimentação deve ser considerada crime tão severo, quando se trata de costume que já nasceu com o homem? Cremos que Deus foi quem estabeleceu a vida assim como ela é e o homem não deve ser culpado por apenas seguir as suas diretrizes tradicionais, cumpre a Deus, na sua Augusta Inteligência, conduzir as suas criaturas para outra forma de nutrição independente da carne, não é verdade?

RAMATÍS: A culpa começa exatamente onde também começa a consciência quando já pode distinguir o justo do injusto e o certo do errado. Deus não condena suas criaturas, nem as pune por seguirem diretrizes tradicionais e que lhes parecem mais certas; não existe, na realidade, nenhuma instituição divina destinada a punir o homem, pois é a sua própria consciência que o acusa, quando desperta e percebe os seus equívocos ante a Lei da Harmonia e da Beleza Cósmica. Já vos dissemos que, quando o selvagem devora o seu irmão, para matar a fome e herdar-lhe as qualidades guerreiras, trata se de um espírito sem culpa e sem malícia perante a Suprema Lei do Alto. A sua consciência não é capaz de extrair ilações morais ou verificar qual o caráter superior ou inferior da alimentação vegetal ou carnívora. Mas o homem que sabe implorar piedade e clamar por Deus, em suas dores; que distingue a desgraça da ventura; que aprecia o conforto da família e se comove diante da ternura alheia; que derrama lágrimas compungidas diante da tragédia do próximo ou de novelas melodramáticas; que possui sensibilidade psíquica para anotar a beleza da cor, da luz e da alegria; que se horroriza com a guerra e censura o crime, teme a morte, a dor e a desgraça; que distingue o criminoso do santo, o ignorante do sábio, o velho do moço, a saúde da enfermidade, o veneno do bálsamo, a igreja do prostíbulo, o bem do mal, esse homem também há de compreender o equívoco da matança dos pássaros e da multiplicação incessante dos matadouros, charqueadas, frigoríficos e açougues sangrentos. E será um delinqüente perante a Lei de Deus se, depois dessa consciência desperta, ainda persistir no erro que já é condenado no subjetivismo da alma e que desmente um Ideal Superior.

Deus, o regente absoluto.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...