Sabedoria Ramatis

Sabedoria Ramatis

terça-feira, 17 de julho de 2018

A ALIMENTAÇÃO CARNÍVORA


Pergunta: - Malgrado as vossas considerações, observamos que a nossa alimentação carnívora ainda é fruto do condicionamento milenário justificada pela própria configuração e estrutura dos nossos dentes assim como pela anatomia e fisiologia peculiar do nosso intestino! Que dizeis?

Ramatís:
- Sem reportarmo-nos à idade da pedra, verificamos que os povos selvagens, bárbaros ou pagãos, de poucos séculos, assemelhavam-se a verdadeiros animais nos seus festins carnívoros, feitos para satisfazer exclusivamente os desejos primários do corpo. Mas, evidentemente, eram espíritos embrutecidos e sem o dom seletivo de distinguir o repugnante do agradável, pois rasteavam o solo devorando o que encontravam submissos à fome voraz.
Na época, os povos mais evoluídos, ou pretensamente civilizados, ainda prendiam-se ao epicurismo repugnante de uma alimentação bestial. 
Os fenícios devoravam antílopes com chifres, pavões com penas, carneiros com vísceras e cozidos no vinho branco, cãezinhos super-engordados, lavados no açafrão e assados com toucinho. Eram vorazes comedores de gafanhotos ao molho de rabana, cigarras e língua de pássaros fritas no molho de frutas.
Os romanos também eram ávidos de iguarias grosseiras e repulsivas, cuja nutrição exigia apenas a quantidade de animais, répteis, aves e insetos, pouco lhes importando o tipo de vísceras e rebotalhos que empurravam goela abaixo aos goles de vinho ácido! Aliás, o fenômeno hoje se repete de modo ainda mais requintado, pois malgrado os foros de civilização dos atuais terrícolas ciosos de etiqueta social e vestirem-se com ternos de casimira, "nylon" ou, usarem camisas com punhos de abotoaduras de ouro, eles ainda se alimentam de galinhas, porcos, bois, carneiros, rãs, tatus, tartarugas, jacarés, polvos, coelhos e até cobras!

quinta-feira, 28 de junho de 2018

UMBANDA - "A MAIS UNIVERSALISTA DAS RELIGIÕES."

PERGUNTA: - As escolas filosóficas orientais pregam as verdades universais, observadas ao longo dos tempos pelos místicos, magos,. sábios, iogues, santos e sacerdotes que as formularam pelo intercâmbio com os planos inefáveis, o que hoje em dia se entende como mediunidade. A umbanda é universalista? 

RAMATÍS: - A umbanda é a mais universalista das religiões, doutrinas ou filosofias existentes atualmente na Terra. Não por acaso, tem sua porta aberta a todos os espíritos, independentemente de sua forma ou crença: "Todas as entidades serão ouvidas, e nós aprenderemos com os espíritos que souberem mais e ensinaremos àqueles que souberem menos; a nenhum viraremos as costas nem diremos não, pois esta é a vontade do Pai", já dizia o Caboclo das Sete Encruzilhadas na fundação da umbanda.
Assim, negros, índios, baianos, chineses, ciganos, doutores, profetas, sábios, iogues, santos celestiais e andarilhos dos umbrais, todos são o povo da umbanda. Ela é universalista em sua essência doutrinária, e todos os livros sagrados estão contidos em seus ensinamentos.
É normal enxergardes um Pai João ou Caboclo Roxo no terreiro recitando Jesus, Buda, Krishna, Zoroastro ou Confúcio; todos são importantes, todos são bem-vindos. Baforadas xamânicas, magnetismo egípcio, medicina ayurvédica, ervas diversas, cromoterapia. Como é divina a magia da umbanda! Dispensa os dogmas paralizantes e alarga as capacidades anímico- mediúnicas; fortalece o amor e amplia o entendimento espiritual fazendo o ser, aos poucos, se voltar para o Todo, onde um dia esteve e para onde voltará como individualidade imortal, liberta das formas transitórias e de suas personalidades ilusórias.
Os espíritos do outro lado, que acompanham o Planeta Azul desde muito tempo, viveram o esplendor da Índia, as maravilhas do Egito, a magia indígena e africana sem distorções até o auge da civilização atlante, e são unânimes em reconhecer na umbanda sua universalidade, neste momento cósmico da formação da consciência coletiva que abrirá as mentes para a convergência entre todas as religiões, o que não significará uma única fonte religiosa no orbe, mas todas irmanadas num mesmo ideal de fraternidade. Será a unificação no amor, a convergência com o Um se fazendo expressar no comportamento dos cidadãos da Nova Era. 

APOMETRIA É UM CONHECIMENTO MILENAR.


A imagem pode conter: céu e nuvem

PERGUNTA: - Ficamos confusos. Poderíeis nos dar maiores detalhes diante de vossa afirmativa: "Apometria é um conhecimento milenar e mais antigo que o homem na Terra"? 

RAMATÍS: - Essas técnicas magnéticas separatórias dos corpos mediadores e de criação de campos de forças, hodiernamente classificadas como anímico-mediúnicas, sempre foram utilizadas pela Espiritualidade, em toda a história da humanidade terrena.
Desde Atlântida e do antigo Egito já eram do conhecimento dos iniciados, magos brancos, no interior dos templos.
Os sacerdotes, em rituais próprios, executavam operações magnéticas de extrema delicadeza, despolarizando as cargas positivas e negativas que mantinham a união dos corpos mediadores, e com cantos e mantras, estalar de dedos ou suave bater de palmas, induziam os discípulos aos transes mediúnicos, desprendendo-os em corpo astral ou mental, excursionando ao mundo extrafísico que palpitava em volta, em relatos verídicos clarividentes.
Os guias espirituais desencarnados acompanhavam os discípulos nas viagens às regiões adredemente escolhidas, auxiliando na cura dos enfermos e complementando a educação e os conhecimentos em outra dimensão espaço-temporal.
A magia que fundamenta e ampara as leis apométricas foi e é a mesma de todas as épocas, pois o infinito manancial cósmico de energia, causa primária de toda a harmonia do Universo, é imutável. 
O acesso amplo a esses conhecimentos é que obedece a uma gradação prevista pelo Alto, coerente com vossas consciências. Uma das bases principais da Apometria é a Física. Ora, a "sua" equação matemática que mensura a matéria e suas variáveis para determinação do que sejam a massa de elétron, a Constante Universal de Planck, a freqüência do raio gama e a velocidade da luz sempre existiram, bem como a infinita energia que "ocupa" o espaço em sua imensidão de faixas vibratórias e se encontra disponível à mente educada e de conformidade com seu degrau evolutivo, pois não podeis entender e movimentar aquilo que ainda não está em vós. Nesse raciocínio, afirmamos que era a comunidade terrícola que ainda não tinha conquistado o direito a esses conhecimentos, até o século vinte, assim como ocorreu com a lei gravitacional, a codificação do genoma humano, os processos organogenéticos e de embriogênese, entre tantos outros exemplos que reforçam essa realidade, que é só uma faceta do grande depósito de conhecimentos que estão aos poucos vos chegando e sendo "decodificados".

domingo, 24 de junho de 2018

A TELA ETÉRICA X MEDIUNISMO




PERGUNTA:  -  Sendo  a  tela  etérica  uma  camada  protetora  de  partículas subatômicas  entre  o  duplo  etérico  e  o  corpo  astral,  resguardando  a  livre  comunicação  entre  o plano  físico  e  o  plano  astral,  entendemos  que  se  ela  não  existisse  o  encarnado  vislumbraria  a dimensão  astralina  e  seus  habitantes.  Qual  a  relação  da  tela  etérica  com  o  mediunismo?

RAMATÍS:  -  Via  de  regra,  a mediunidade  é  a  oportunidade  sagrada  de  reequilíbrio diante  das  causas  pretéritas:  erros,  traumas,  contendas,  magia  negativa.  Uma  das  principais  causas de  ruptura  na  tela  etérica  associada  ao  mediunismo,  preponderantemente  no  meio  umbandista,  é  o alto  comprometimento  em  vidas  passadas  com  a  magia  negativa. Mencionaremos  algumas  causas  prováveis  que  geram  rompimento  desse  importante invólucro  vibratório:
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