Ensinamentos

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domingo, 13 de abril de 2014

Enfeitiçamento verbal – III


PERGUNTA: - Gostaríamos de uma explicação mais clara.


RAMATÍS:  Há diferença de "tensão" ou "impacto" no feitiço verbal, ou na praga, quando é pronunciado por um homem egoísta, avarento, invejoso, luxurioso ou pusilânime, pois embora sempre seja crueldade causar qualquer dano ao próximo, a palavra conduz na sua base o fluido gerado pelo pecado fundamental de cada ser! Servindo-nos de um exemplo, algo rudimentar, diríamos que a maldição do avarento é mais avara na sua contextura vocabular daninha, do que a mesma praga pronunciada por um homem pródigo. As pragas proferidas pelas pessoas "otimistas" são bem mais inofensivas do que as maldições das "pessimistas"; as primeiras não conseguem eliminar da base de suas palavras ofensivas o sentido peculiar de verem as coisas de um modo saudável. As segundas, no entanto, através da emissão verbal, vertem toda a sua mágoa do mundo e dos demais seres, pois transbordam um rio de vingança pela ofensa de algumas "gotas de água".
Também existe profunda diferença entre o ato de maldizer e abençoar, que se revela na própria expressão psicofísica da figura humana, porque também difere o tipo e a qualidade de energias que são utilizadas para manifestar cada uma dessas atitudes.

Enfeitiçamento verbal – II




PERGUNTA:  Poderíeis explicar-nos melhor esse assunto?

RAMATÍS:  Evidentemente, a pessoa que fala mal de outrem só por leviandade, há de ser menos culpada espiritualmente do que quem o faz por maledicência, inveja, sarcasmo, ódio ou vingança. No primeiro caso, as palavras não possuem a força molesta própria de uma deliberação malévola consciente. A criatura leviana é menos responsável do que a maldosa; porém, aquela que se concentra na ação deliberada de prejudicar alguém pelo pensamento, pela palavra ou pela bruxaria através de objetos preparados, movimentando forças tenebrosas contra o próximo, elabora ou cria o seu próprio infortúnio.


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Enfeitiçamento verbal – I



PERGUNTA: - Que significa enfeitiçamento verball? 
RAMATÍS: O enfeitiçamento ou a bruxaria, na realidade, pode efetivar-se pela força do pensamento, das palavras e através de objetos imantados, que produzem danos a outras criaturas. O enfeitiçamento verbal resulta de palavras de crítica antifraterna, maledicência, calúnia, traição à amizade, intriga, pragas e maldições. A carta anônima e até mesmo a reticência de alguém, quando, ao falar, dá azo a desconfiança ou dúvida sobre a conduta alheia, isso é um ato de enfeitiçamento. O seu autor é responsável perante a Lei do Carma e fica sujeito ao "choque de retorno" de sua bruxaria verbal, segundo a extensão do prejuízo que venha a resultar, das palavras ou gestos reticenciosos desfavoráveis ao próximo. 
A palavra tem força, pois é o veículo de permuta do pensamento dos homens, os quais ainda não se entendem pela telepatia pura, conforme acontece noutros planetas adiantados. 1
Consoante a significação, a intensidade e o motivo da palavra, ela também se reveste de igual cota de matéria sutilíssima do éter-físico, sobre aquilo que ela define. Quando a criatura fala mal de alguém, essa vibração mental atrai e ativa igual cota dessa energia das demais pessoas que a escutam, aumentando o seu feitiço verbal com nova carga malévola. Assim, cresce a responsabilidade do maledicente pelo caráter ofensivo de suas palavras, à medida que elas vão sendo divulgadas e apreciadas por outras mentes, atingindo então a vítima com um impacto mais vigoroso do que o de sua força original. O malefício verbal segue o seu curso, pessoa por pessoa, assim como a bola de neve se encorpa lançada costa abaixo!

1 - Vide o capítulo "Idioma, Cultura e Tradições", da obra A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores, Ramatís, Editora do Conhecimento.

“De tempo em tempo surgem informações "canalizadas" dos "mestres" da "Grande Fraternidade Branca" ( algum preconceito com o que é preto ou negro será mera coincidência?? ), que se espalham como vírus nas redes sociais. A última da vez é sobre o renascimento de Jesus entres os índios brasileiros (sic)... Confesso que me incomodam estes modismos que exaltam um canalizador - sensitivo -, bem como estes seres angelicais de "Fraternidades do Espaço", que são um reflexo do nosso ideal de raça superior e dos santos - quase todos loiros, olhos azuis e verdes, bonitos e no topo da escala de perfeição. Como os Pretos Velhos e Exus, Caboclos e Bombogiras, Ciganos, Marinheiros, Bahianos, Boiadeiros, Juremeiros, Catimbozeiros,..., vibram nas faixas imperfeitas da humanidade e tem na mediunidade o foco de atuação nas zonas do umbral - de dor, sofrimento e imperfeição, fico com este povo - de Aruanda - preconceituado inferior, e logo não vivencio e não compreendo estas "realidades" superiores e perfeitas.”

NORBERTO PEIXOTO.

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