Sabedoria Ramatis

Sabedoria Ramatis

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

UMBANDA - OS ORIXÁS SÃO TRABALHADOS E INCORPORADOS?



PERGUNTA: - Quando e de que maneira os orixás entram no contexto da umbanda? Eles são trabalhados e incorporados?

RAMATÍS: - Os orixás são aspectos da Divindade, altas vibrações cósmicas que se rebaixam até vós, propiciando a manifestação da vida em todo o Universo. É preciso compreenderdes que existem vários planos vibratórios no Cosmo e que Deus, em Sua benevolência, manifesta-se por meio de vibrações próprias em cada dimensão. Essas vibrações energéticas não são o próprio Incriado, que permanece sem ser manifestado diretamente. Cada um dos orixás tem peculiaridades e correspondências próprias na Terra: cor, som, mineral, planeta regente, elemento, signo zodiacal, essências, ervas, entre outras afinidades astro magnéticas que fundamentam a magia da umbanda por linha vibratória.
Assim, a cada um dos orixás se afina uma plêiade de espíritos que atuam nas formas estruturais que sustentam o movimento da umbanda no Espaço: pretos velhos, caboclos e crianças, todos plasmando um triângulo fluídico magnético do plano espiritual superior que "flutua" sobre o Brasil, para cujo centro se direcionam as vibrações do Cristo Cósmico e todas as formas e raças espirituais que se enfeixam na umbanda para fazer a caridade.
Na umbanda, os orixás não incorporam. Afirmamos que isso é impossível, pois não é da natureza universal quaisquer manifestações personificadas dos orixás. O que verificais em alguns terreiros sérios de cultos de nação e que mantêm as tradições africanistas antigas, claramente não evidenciando a prática umbandista, são, em sua maioria, manifestações do inconsciente, de arquétipos padronizados, que no transe ritualístico exteriorizam uma personagem simbolizando essas altas energias cósmicas, ditas orixás, "concretizando", para o entendimento humano, por meio de expressões coreográficas, algo que vos é abstrato.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

PROBLEMAS DOS IDIMOMAS


Pergunta: - Há fundamento de que a humanidade, no futuro, fará uso de um só idioma nas suas relações humanas?

Ramatís: -
Os diversos idiomas do mundo são como os rios, que se ramificam por diversas latitudes geográficas, mas tendem a um só objetivo comum: o oceano! A história da humanidade pode comprovar-vos que os idiomas também nascem, crescem, amadurecem e depois Se extinguem, como tem acontecido com as mais consagradas raças do mundo, hoje apenas lembradas por suas línguas mortas, tais quais Babilônia, Semúria, Fenícia, Assíria, Pérsia, Incas, Astecas, Atlantes e outras. Nos planetas mais evoluídos do que a Terra, há uma só comunicação idiomática, pois além do vocabulário simplificado e dos verbos absolutamente regulares, ainda se facilita o entendimento recíproco ante a faculdade
telepática já desenvolvida em seus habitantes.

Pergunta: - Como poderíamos avaliar essa faculdade telepática, que facilita a linguagem entre os homens dos mundos superiores ?

Ramatís: -
Nos orbes de graduação superior à Terra, a palavra é usada com parcimônia e na medida exata para a sustentação objetiva do diálogo, cujos habitantes abreviam o curso das idéias pelo apercebimento intuitivo bastante desenvolvido. Só os povos primários, aldeônicos e emocionalmente instáveis, são verborrágicos, prolixos de palavras e circunlóquios inúteis, tão próprios dos terrícolas. Enquanto os animais ainda se comunicam aos gritos e esgares, o homem já conseguiu a articulação da palavra; mas a mímica, o gesto e a compreensão silenciosa também podem ser recursos mais evoluídos do que o manejo exclusivamente oral.
E como entre as humanidades mais evoluídas os espíritos já ultrapassaram a fase dos sofismas, mistificações e negaças verbais, tão comuns para esconder a realidade do pensamento nos lares e nas relações públicas, eles mantêm-se em certa intimidade espiritual, num entendimento autêntico, onde prevalece a técnica telepática como uma condição natural de eletividade superior Não há truncamentos ou sofismas entre o que "pensam" e o que "falam", pois a mente se assemelha a uma espécie de espelho, que reproduz fielmente as imagens das palavras que pronunciam. As idéias são permutadas num índice de máxima clareza, sem intenções sub-reptícias tão comuns entre os terrícolas. A faculdade telepática é muito desenvolvida por tais humanidades superiores, mas seria uma calamidade se exerci da livremente na Terra porque os homens, às vezes, a sua aparência cortês e sincera, encobre intenções malévolas.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

QUATRO ELEMENTOS E MEDIUNIDADE



Qual a origem dos mistérios? Por que surgiram?
Houve uma época na evolução do orbe terrícola em que não havia necessidade de simbolismo e de iniciações secretas. Quando, na Atlântida, imperavam o amor e os interesses altruístico, o conhecimento da Aumbandhã, com sua pureza, era corriqueiro, acessível a todos, pela inocência daquelas primeiras almas. Entretanto, parte da população exorbitou no uso da magia para interesses egoísticos e particularistas. Os mestres, magos brancos, verificaram o perigo em que incorreriam se permitissem o crescimento desordenado e ambicioso do uso daqueles conhecimentos milenares, chaves capazes de abrir as portas de todas as forças ocultas. Adotaram, então, medidas restritivas no intuito de coibir o avanço desordenado da magia negra, pois já anteviam, todos, os males que ocasionaria à comunidade.
A partir daí, interiorizou-se nos templos o uso da magia, adotaram-se alegorias e simbolismos com o objetivo de restringir-se o acesso aos conhecimentos e dificultar sua interpretação. Separou-se a arte milenar Aumbandhã dos considerados profanos e despreparados moralmente para a convivência harmoniosa com as leis de causalidade que regem o Cosmo.
Não imaginavam os atlantes que era tarde, e que persistiria a utilização da magia para fins individualistas. Assim, os Maiorais do planejamento do orbe previram a depuração dessa civilização, através dos cataclismos, pelo seu afundamento gradual e pelas levas migratórias salvadoras; decorrências de um grande embate no Astral entre as forças do bem e do mal.
Desse momento em diante, essa ciência e esses conhecimentos foram desfigurados, gerando várias interpretações, originando muitos credos e religiões que se formaram em todo o orbe. A simbologia primária, singela e pura, chave simples que abria todos os mistérios ocultos, perdeu-se, originando essas diversas idolatrias. Em todo esse movimento, sempre estiveram presentes os interesses mundanos, de domínio e poder dos mandatários e dos religiosos.
O sentimento de fé, atrelado às religiões, foi ferramenta de interesses escusos e materialistas em toda a História da humanidade. O poder, a ilusão da carne, pautaram a conduta dos homens e, em todas as religiões, da Atlântida, do Egito, da Grécia, da Índia, da China, citando as principais comunidades terrícolas da Antiguidade, estabeleceram-se castas de privilegiados, que utilizaram-se de suas posições de liderança religiosa para locupletarem-se no gozo dão vida e nos arroubos propiciados pelas sensações do corpo físico.

sábado, 9 de setembro de 2017

OS RECURSOS ADOTADOS PELO ALTO PARA INSPIRAR JESUS NA TERRA.


PERGUNTA: — Quais foram os recursos que o Alto adotou para inspirar e fortalecer Jesus na exposição de sua mensagem messiânica de Amor e Redenção entre os homens?

RAMATÍS: —
O Alto não alimentava qualquer dúvida quanto ao heroísmo e à integridade moral de Jesus no desempenho de sua missão sacrificial na Terra. No entanto, como se tratava de um espírito angélico, sem qualquer culpa cármica, era justo que recebesse todos os estímulos e sugestões adequados para o melhor desempenho na exposição dos motivos em torno do "Reino de Deus". Era um mensageiro voluntário, que descia à Terra para convidar os homens a participar definitivamente de um mundo de paz e de harmonia, onde todos seriam limpos de suas mazelas e libertos de seus pecados! Deste modo, Jesus teria de movimentar na face do orbe terreno as mais belas imagens e ideias fascinantes, no sentido de atrair e comover os seus ouvintes para se interessarem pelo amorável "Reino de Deus"!
Apesar de sua natureza angélica e do seu otimismo espiritual, Jesus também sofria os efeitos depressivos próprios das regiões tristes e hostis do mundo físico. Malgrado se diga que o ambiente não influi nem modifica o conteúdo espiritual do ser, a emotividade e a disposição mental das almas encarnadas dependem consideravelmente das condições e das circunstâncias do meio onde elas passam a viver. 
O Espírito angélico, depois de encarnado na Terra, fica limitado em sua natural expansividade e no júbilo espiritual, que são próprios do mundo edênico que lhe é peculiar. Em consequência, Jesus também necessitava de estímulos afins à sua missão
e de motivos do próprio mundo onde se manifestava, a fim de delinear com mais vitalidade espiritual os contornos do mundo venturoso que prometia a todos os seus ouvintes. A narrativa bela e atraente de suas parábolas carecia dos recursos estéticos do próprio mundo onde ele vivia, pois seriam motivo de atração, estímulo, fé e confiança para os seus ouvintes.
Não se pode desejar o êxtase do santo, nem exigir do poeta a composição de sublime poema, se os colocamos no ambiente repulsivo de um matadouro. Se o meio influi na educação do homem, é óbvio que também influi no seu estado de espírito e nas suas emoções. As músicas pesarosas são obras de compositores nascidos e vividos em países melancólicos, de atmosfera triste, úmida e nevoenta, que enregela a alma e a algema aos motivos pessimistas. No entanto, a música alegre,buliçosa e contagiante, é originária dos países tropicais, onde as criaturas se fartam de luz, sol, ar e cores festivas!
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